Práticas de contra-feitiçaria (Pignarre e Stengers 2007 [2005])

As técnicas ditas “materiais” não deixaram, desde que o capitalismo conseguiu “liberar as forças produtivas”, de fazer existir novas possibilidades, de inventar os meios de “fazer fazer” as coisas mais notáveis ​​com os elétrons, as bactérias, os vírus, e tantos outros seres dos quais a humanidade não fazia ideia há dois séculos… E esses meios têm pouco a ver com […]

O símbolo (Simondon 2014 [1954])

SIMONDON, Gilbert. 2014. Prolégomènes à une refonte de l’enseignement. In: Sur la technique (1953-1983). Paris: PUF, pp.233-53. [1954] ORIGINAL Un symbole, dans la civilisation grecque ancienne qui a inventé ce mot, est un instrument de reconnaissance par rapprochement et coïncidence. Lorsqu’un voyageur avait noué des relations d’hospitalité avec un étranger qui l’avait accueilli, il ne se séparait pas de son […]

O aspecto paradoxal do ser individual (Simondon 2005 [1958])

SIMONDON, Gilbert. 2005. Histoire de la notion d’individu. In: L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Grenoble: Jérôme Millon, pp.455-6, nota 13. [1958] [A] realidade individual é não apenas ambivalente, mas feita de uma dualidade interna que institui em si mesma uma relação essencial: de qualquer ponto de vista que se possa apreendê-lo, o indivíduo é feito […]

A perspectiva do vírus (Galloway e Thacker 2007)

GALLOWAY, Alexander R.; THACKER, Eugene. 2007. The exploit: a theory of networks. Minneapolis: University of Minnesota Press. Segue abaixo a tradução das principais passagens do livro ligadas a vírus, entre as páginas 82 e 91. O objetivo para a resistência política em redes vitais deveria ser a descoberta de brechas [exploits] – melhor ainda seria a heurística inversa: procure por […]