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VocabuLaSPA – Episódio [10]: Algoritmo – por Rafael Gonçalves
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Episódio [10]: Algoritmo – por Rafael Gonçalves (19/10/2026). |
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O que é um algoritmo? Por que não basta entendê-lo apenas como uma sequência de instruções? E quais são as relações entre mediação algorítmica e racismo? E a relação entre hardware e software e o capitalismo?
Para conduzir essa conversa sobre algoritmos o episódio de hoje recebe o Rafael Gonçalves.
Rafael Gonçalves é doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp, com pesquisa, financiada pela FAPESP, sobre descolonização e tecnologias digitais. É integrante do LaSPA e co-coordena, junto com Pedro Ferreira, as reuniões do Grupo de Estudos Gilbert Simondon.
Em seu mestrado sobre “Mediação algorítmica e aprendizado de máquina”, financiado pela FAPESP, investigou patentes da Google sobre técnicas de modulação de atividade, propondo uma caracterização sociotécnica da aprendizagem de máquina e o conceito de “mediação algorítmica” para descrição da agência dos algoritmos.
É graduado em Engenharia Elétrica pela Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp e programador entusiasta do movimento software livre, participando do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos, a partir de onde realiza sua pesquisa de doutorado sobre o software Baobáxia.
Sua Dissertação de Mestrado em Sociologia recebeu dois importantes reconhecimentos. O primeiro foi a Menção Honrosa para Dissertação de Mestrado, no 4º Prêmio de Teses e Dissertações da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE.BR). O segundo foi o Prêmio de Melhor Dissertação de Mestrado defendida em 2025, concedido pelo Concurso de Dissertações e Teses Fernando Antônio Lourenço 2026, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Unicamp.
Este podcast integra o Projeto de Jornalismo Científico “Projeto de Divulgação Científica do Laboratório de Sociologia dos Processos de Associação (LaSPA)” financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), processo n° 2025/13701-4, e conta com apoio do Departamento de Sociologia (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
Concepção, Produção, Edição e Arte: Rodrigo Fessel Sega
Trilha Sonora: Arthur Prando do Prado
Áudios:
EBCROSBY. Typewriter. Freesound, 12 mar. 2016. Disponível em: https://freesound.org/people/ebcrosby/sounds/339484/. Áudio editado: trecho cortado e volume ajustado.
G.M_ISAAC. GSM Interference. Freesound, 29 jul. 2026. Disponível em: https://freesound.org/people/G.M_Isaac/sounds/864780/.
SONICALLY_SOUND. Typing (HP laptop). Freesound, 30 maio 2022. Disponível em: https://freesound.org/s/636044/.
SQUASHY555. Texting.wav. Freesound, 24 maio 2014. Disponível em: https://freesound.org/people/squashy555/sounds/238612/.
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Referências Citadas:
CORMEN, Thomas H et al. Introduction to algorithms. MIT press, 2022.
FREE SOFTWARE FOUNDATION. O que é o software livre?. 2023. Disponível em: https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.pt-br.html. Acesso em: 20 set. 2025.
GARCIA DOS SANTOS, Laymert. A informação após a virada cibernética. In: REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA, INTERNET E SOCIALISMO. 1. ed. São Paulo, SP, Brasil: Editora Fundação Perseu Abramo, 2003. (Socialismo em discussão). p. 9–34.
GILLESPIE, Tarleton. The Relevance of Algorithms. In: GILLESPIE, Tarleton; BOCZKOWSKI, Pablo J.; FOOT, Kirsten A. (orgs.). Media Technologies. The MIT Press, 2014. p. 167–194. Disponível em: https://academic.oup.com/mit-press-scholarship-online/book/14976/chapter/169333383. Acesso em: 31 jul. 2022.
KITCHIN, Rob. Thinking Critically About and Researching Algorithms. SSRN Electronic Journal, 2014. Disponível em: http://www.ssrn.com/abstract=2515786. Acesso em: 28 mar. 2022.
KITTLER, Friedrich. There is No Software. CTheory, 1995. Disponível em: https://journals.uvic.ca/index.php/ctheory/article/view/14655. Acesso em: 29 jun. 2024.
LATOUR, Bruno. Reassembling the Social – An Introduction to Actor-Network-Theory. New York: Oxford University Press, 2005.
LEWIS, Justin; PRICE, Thomas. Using machine learning and other models to determine a user preference to cancel a stream or download. Depositante: United States. US11115695B2. Depósito: 16 nov. 2017. Concessão: 7 set. 2021.
PASQUINELLI, Matteo. The eye of the master: A social history of artificial intelligence. Verso Books, 2023.
SILVA, Tarcízio. Racismo algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes digitais. Edições Sesc SP, 2022. Disponível em: https://racismo-algoritmico.pubpub.org/.
TUFEKCI, Zeynep. Algorithmic harms beyond Facebook and Google: Emergent challenges of computational agency. Colo. Tech. LJ, vol. 13, p. 203, 2015.
TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO:
Rafael Gonçalves:
Friedrich Kittler (1995) mostrou como a separação entre hardware e software não é uma necessidade da computação, mas do sistema social mais amplo, do capitalismo. Essa separação surge quando a ligação entre o código e as operações materiais que ele expressa é escondida. Nesse sentido, ele argumenta que a programabilidade é uma propriedade dos computadores digitais, cujo funcionamento pode ser direcionado para que a mesma máquina execute diferentes funções. Na atividade de programação, há uma ligação direta entre os signos do código o que uma programadora lê e escreve e a configuração dos bits da memória no circuito microeletrônico. Entretanto, quando um programa é transformado em código binário, ele pode ser vendido sem que seja fácil descobrir a significação lógica de uma sequência de zeros e uns. Desse modo, passa a ser possível vender um programa de computador sem que seja fácil replicar seu funcionamento em outra máquina. É contra essa abstração do código em relação ao computador que o movimento software livre se posiciona (Free Software Foundation, 2023).
Rodrigo Fessel Sega:
O que é um algoritmo? E por que não basta entendê-lo apenas como uma sequência de instruções? E quais são as relações entre mediação algorítmica e racismo? E a relação entre hardware e software e o capitalismo?
Para conduzir essa conversa sobre algoritmos, o episódio de hoje recebe o Rafael Gonçalves.
Está começando mais um episódio do VocabuLaSPA, o podcast do LaSPA, o Laboratório de Sociologia dos Processos de Associação. Eu sou o Rodrigo Fessel Sega, sociólogo e coordenador deste podcast.
A partir da materialidade dos dispositivos digitais e da história da computação, o Rafael nos convida a pensar os algoritmos não apenas como instruções abstratas, mas como agentes que participam ativamente da construção das relações sociais.
Rafael Gonçalves é doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp, com uma pesquisa, financiada pela Fapesp, sobre descolonização e tecnologias digitais. É integrante do LaSPA e co-coordena, junto com o Pedro Ferreira, as reuniões do grupo de estudos Gilbert Simondon. Em seu mestrado sobre mediação algorítmica e aprendizado de máquina, financiado também pela Fapesp, investigou patentes da Google sobre técnicas de modulação de atividade, propondo uma caracterização sociotécnica de aprendizagem de máquina e o conceito de mediação algorítmica para a descrição da agência dos algoritmos.
É graduado em Engenharia Elétrica pela Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp e programador e entusiasta do movimento software livre, participando do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da rede Mocambos, a partir de onde realiza sua pesquisa de doutorado sobre o software Baobáxia.
Sua dissertação de mestrado em sociologia recebeu dois importantes reconhecimentos. O primeiro foi a menção honrosa para dissertação de mestrado no quarto Prêmio de Teses e Dissertações da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias, do Esocite.br. O segundo foi o prêmio de melhor dissertação de mestrado defendida em 2025, concedida pelo Concurso de Dissertações e Teses Fernando Antônio Lourenço 2026, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Unicamp. Ouça agora o Rafael.
Rafael Gonçalves:
Hoje em dia, muitas práticas sociais acontecem por meio de dispositivos digitais, como o computador ou o smartphone. Uma outra maneira de falar a mesma coisa é dizer que uma parte de nossa vida social é mediada por algoritmos. Por exemplo, uma conversa à distância entre duas ou mais pessoas pode acontecer em um aplicativo de troca de mensagens, ou em uma plataforma de videoconferência; os preços de uma viagem de carro ou de avião podem ser dinamicamente calculados em um aplicativo ou site; e o que vemos no fio de uma rede social é frequentemente escolhido de maneira automática e personalizada. Para que cada um desses casos aconteça, o funcionamento do dispositivo digital com o qual interagimos precisou ser, primeiro, programado. É a isso que nos referimos, por exemplo, quando dizemos que o algoritmo de um aplicativo está sempre nos mostrando determinado assunto.
Mas então, o que é um algoritmo? Uma definição abrangente é considerar que ele é o que converte uma entrada em uma saída, geralmente seguindo uma sequência de passos. De uma maneira ampla, o termo algoritmo se refere a três momentos diferentes da computação. O primeiro é a formulação lógica dessa transformação, o que muitas vezes é representado por meio de uma fórmula matemática ou conjunto de regras. Assim, podemos falar de algoritmos de busca ou de ordenamento, independentemente dos diferentes programas que podem descrevê-los e da sua execução concreta por um ou outro dispositivo digital.
O segundo é a tradução desse modelo abstrato em um programa de computador, que pode ser descrito tanto em linguagem de programação quanto em linguagem de máquina, em código binário, e que fica salvo na memória do computador. São os códigos que programadoras escrevem e que podemos ler em repositórios de código online.
Finalmente, há a execução concreta do programa de computador que realiza as regras abstratas por meio do controle da eletricidade em um dispositivo digital. É o que acontece no momento em que manipulamos um computador ou um smartphone. No primeiro caso, a transformação é lógica e abstrata (e.g. Cormen et al. 2022), enquanto que, no último, ela é material e concreta (e.g. Lewis e Price 2021). Entretanto, no contexto de dispositivos digitais, esses momentos não estão separados e fazem parte de um mesmo processo. Um não existe independentemente do outro. Por isso, podemos considerar que os três devem fazer parte de uma definição geral de algoritmo.
Friedrich Kittler (1995) mostrou como a separação entre hardware e software não é uma necessidade da computação, mas do sistema social mais amplo, do capitalismo. Essa separação surge quando a ligação entre o código e as operações materiais que ele expressa é escondida. Nesse sentido, ele argumenta que a programabilidade é uma propriedade dos computadores digitais, cujo funcionamento pode ser direcionado para que a mesma máquina execute diferentes funções. Na atividade de programação, há uma ligação direta entre os signos do código o que uma programadora lê e escreve e a configuração dos bits da memória no circuito microeletrônico.
Entretanto, quando um programa é transformado em código binário, ele pode ser vendido sem que seja fácil descobrir a significação lógica de uma sequência de zeros e uns. Desse modo, passa a ser possível vender um programa de computador sem que seja fácil replicar seu funcionamento em outra máquina. É contra essa abstração do código em relação ao computador que o movimento software livre se posiciona (Free Software Foundation, 2023). Exigir que todo software disponibilize seu código e permita sua manipulação é contestar a dependência de uma usuária que utiliza um computador sem ter acesso ao programa que controla seu funcionamento.
Dessa perspectiva, a metáfora da receita de bolo não nos ajuda muito a explicar um algoritmo, pois as possibilidades de feitura de um bolo não são as mesmas do funcionamento de um computador digital. Do ponto de vista da caracterização dos algoritmos entendidos como elementos que medeiam as práticas sociais que acontecem na interação com dispositivos digitais, é relevante considerar que as suas operações acontecem em circuitos eletrônicos, em que a eletricidade se torna informação digital (Garcia dos Santos, 2003). Em outras palavras, o que entendemos hoje como computação é o resultado da convergência entre duas tendências na história da tecnologia: a da programabilidade, que remete, por um lado, não só ao modelo teórico da chamada máquina de Turing, mas também ao tear de Jacquard e à Máquina Analítica de Babbage (ver Pasquinelli, 2023), mas, por outro lado, a microeletrônica digital, que concretiza a lógica binária em transistores, chaves inscritas em silício, que controlam a eletricidade e, consequentemente, a informação digital.
Rodrigo Fessel Sega:
Quando o Rafael fala da metáfora da receita de bolo, ele faz referência a uma comparação bastante difundida na computação e presente na obra de Donald Knuth, The Art of Computer Programming, publicada a partir de 1968. A analogia consiste em pensar o algoritmo como uma receita de bolo. Assim como uma receita apresenta uma sequência de instruções para transformar determinados ingredientes em um resultado, um algoritmo especifica operações que, partindo de determinadas entradas, produzem uma saída. A metáfora, entretanto, possui limites para a compreensão da computação digital, pois pode fazer parecer que o algoritmo é apenas uma sequência abstrata de instruções, separável do dispositivo material que a executa.
Mas a história da programação ajuda a perceber que essa dimensão material não é secundária. Um exemplo importante que o Rafael nos traz é o tear de Jacquard, desenvolvido pelo inventor francês Joseph-Marie Jacquard e apresentado no início do século XIX. Seu mecanismo utilizava cartões perfurados nos quais diferentes combinações de furos determinavam quais fios do tear seriam levantados durante a fabricação dos tecidos. Dessa maneira, os cartões funcionavam como instruções que permitiam à mesma máquina produzir diferentes padrões. O mecanismo de Jacquard é considerado um precursor importante da computação porque introduziu uma forma de controlar automaticamente uma máquina por meio de instruções decodificadas.
Essa lógica foi retomada por Charles Babbage no projeto da Máquina Analítica, também citada pelo Rafael, que foi concebida a partir de 1834. Babbage imaginou uma máquina de cálculo que poderia executar diferentes operações de acordo com instruções fornecidas por cartões perfurados. Seu projeto previa ainda uma unidade de armazenamento, chamada Store, e uma unidade de processamento, chamada Mill, antecipando elementos fundamentais da arquitetura de computadores modernos. Embora a Máquina Analítica não tenha sido concluída durante sua vida, seu projeto formulou uma concepção de máquina programável muito mais próxima da computação contemporânea.
Para vocês terem uma ideia da importância dessa máquina, em 1843, a matemática e escritora britânica Ada Lovelace, filha do poeta Lord Byron, publicou um conjunto de notas sobre a Máquina Analítica. Neste trabalho, ela descreveu passo a passo como a máquina poderia calcular os números de Bernoulli, uma sequência especial de números usada em diferentes problemas matemáticos. Em outras palavras, Ada mostrou como dar instruções a uma máquina para que ela realizasse um cálculo. Por isso, seu trabalho é frequentemente considerado o primeiro algoritmo publicado, desenvolvido para ser executado por uma máquina programável. Essa contribuição faz de Ada Lovelace uma das pioneiras da computação e uma figura importante na história da participação das mulheres na ciência e na tecnologia. Seu reconhecimento é tão significativo que seu nome foi dado à linguagem de programação Ada, criada para desenvolver sistemas que precisam funcionar com alto grau de confiabilidade, como os utilizados na área militar e na aviação.
Bom, já vimos então como essa replicabilidade não é tão simples assim. Agora, vamos continuar ouvindo o Rafael que vai falar sobre como os algoritmos podem ser vistos como mediadores que possuem agências próprias.
Rafael Gonçalves:
Uma outra característica dos algoritmos é o fato de que eles dificilmente podem ser enquadrados de maneira estática e isolada. Na prática, os algoritmos estão sempre em interação com outros algoritmos, funcionando em sistemas de computação complexos. Além disso, é praticamente impossível separá-los de uma rede sociotécnica ampla, que inclui também as programadoras e o que frequentemente chamamos de usuárias. Os algoritmos estão sendo sempre editados, deletados e substituídos por suas criadoras e, frequentemente, funcionam de maneira imprevisível na interação com usuárias (Kitchin, 2014). Por isso, é bastante difícil propor limites rígidos de tempo e espaço e separar totalmente cada um deles. Dessa maneira, os algoritmos podem ser vistos como agentes dinâmicos que funcionam em rede e de maneira processual.
Uma possibilidade para a descrição dos algoritmos nas ciências sociais é tratá-los como mediadores, no sentido de Bruno Latour (2005). Agentes que transformam o significado e a ação, participando da construção desses mesmos significados e ações. Os algoritmos não são intermediários neutros, mas componentes ativos de processos de ação e de significação que passam por dispositivos digitais. Ou seja, podemos dizer que os algoritmos possuem agência, ou ainda, que a mediação algorítmica nos faz fazer determinadas coisas e não outras. Nesse sentido, podemos encontrar trabalhos que mostram como elementos visuais na interface do Facebook foram capazes de alterar a quantidade de votos em uma eleição nos Estados Unidos (Tufekci, 2015).
Como mecanismos de buscas, como o da Google, participam da construção do que é considerado relevante (Gillespie, 2014) e as maneiras através das quais diferentes tecnologias possibilitam a realização do racismo algorítmico, por exemplo, a invisibilização ou a hipervisibilização de pessoas negras em plataformas digitais (Silva, 2022). Esses são alguns exemplos importantes que mostram a participação dos algoritmos na nossa vida coletiva. Como elementos ativos, os algoritmos participam das práticas sociais contemporâneas e descrever as maneiras particulares de sua ação se tornou uma tarefa importante para o entendimento da nossa sociedade.
Rodrigo Fessel Sega:
Esperamos que você tenha gostado dessa nossa discussão.
Este episódio foi produzido e editado por mim, Rodrigo Fessel Sega. A trilha sonora é uma produção autoral de Arthur Prando Prado. O áudio utilizado neste episódio está na descrição.
Você pode acompanhar o LaSPA no Instagram @laspa.unicamp e no site laspa.slg.br.
Este podcast integra o projeto de jornalismo científico financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a Fapesp, e conta com o apoio do Departamento de Sociologia da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp.
Até o próximo VocabuLaSPA!






O Laboratório de Sociologia dos Processos de Associação (LaSPA) é sediado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (