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VocabuLaSPA – Episódio [9]: Ciborgue – por Rodrigo Fessel Sega
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Episódio [9]: Ciborgue – por Rodrigo Fessel Sega (18/09/2026). |
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Quando você ouve a palavra ciborgue, qual é a primeira imagem que vem à sua cabeça? Um robô de ficção científica dos anos 1980? Uma pessoa que tem uma prótese? Uma mulher dentro de um carro em movimento? Ou uma forma de interpretar o nosso mundo?
Neste episódio, Rodrigo Fessel Sega, sociólogo e coordenador deste podcast, explica o termo ciborgue a partir da perspectiva da filósofa, historiadora da ciência, bióloga de formação e teórica feminista estadunidense Donna Haraway.
Rodrigo é graduado em Ciências Sociais pela Unesp, tem mestrado em Sociologia pela UFSCar e doutorado em Sociologia pela Unicamp. Tem também especialização em Educação Inclusiva pelo Instituto Federal do Sul de Minas. No mestrado, foi bolsista da Fapesp e Pesquisador Convidado da York University, em Toronto, no Canadá. No doutorado, também foi bolsista da Fapesp, realizou estágio de doutorado-sanduíche na Universidade de Toronto, em Toronto, no Canadá, e foi um dos ganhadores do Prêmio ELAP, oferecido pelo Escritório de Educação do Governo do Canadá. Atualmente, é bolsista de pós-doutorado em Jornalismo Científico pela Fapesp, e uma das propostas do projeto foi justamente a criação deste podcast. Suas áreas de pesquisa são internet e mídias sociais, mediações técnicas, migração internacional, relações de gênero e sexualidade, jornalismo científico, educação popular e educação inclusiva.
Este podcast integra o Projeto de Jornalismo Científico “Projeto de Divulgação Científica do Laboratório de Sociologia dos Processos de Associação (LaSPA)” financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), processo n° 2025/13701-4, e conta com apoio do Departamento de Sociologia (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
Concepção, Produção, Edição e Arte: Rodrigo Fessel Sega
Trilha Sonora: Arthur Prando do Prado
Áudios:
LOVEMOVIEQUOTES. Terminator 2 – Hasta la vista, baby. YouTube, 20 jun. 2021. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=D9HSPW6lMHM
BLABLABLARATATA. Terminator – I’ll be back.avi. YouTube, 25 jan. 2011. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=I-9dthiJw-Q
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Referências Citadas:
AYMORÉ, Débora de Sá Ribeiro. Ciborgues e Organorgs: uma análise imperfeita do Manifesto Ciborgue, de Donna Haraway. Cadernos PET-Filosofia, v. 26, n. 3, p. 68-82, 2025. DOI: 10.5380/petfilo.v25i1.102147.
CAMERON, James (dir.). O exterminador do futuro. Estados Unidos: Orion Pictures, 1984. 1 filme (107 min), son., color.
CAMERON, James (dir.). O exterminador do futuro 2: o julgamento final. Estados Unidos: TriStar Pictures, 1991. 1 filme (137 min), son., color.
CASTRO, Bárbara. Revisitando o ciborgue: desafios teóricos e metodológicos da pesquisa em gênero e tecnologia. Revista Communicare, v. 14, n. 1, 2014.
HARAWAY, Donna J. Ciência, cyborgs e mulheres: a reinvenção da natureza. Madrid: Cátedra; Universitat de València; Instituto de la Mujer, 1995.
HARAWAY, Donna J. Manifesto ciborgue: ciência, tecnologia e feminismo-socialista no final do século XX. In: HARAWAY, Donna J.; KUNZRU, Hari; TADEU, Tomaz (org.). Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. p. 33-118.
KUNZRU, Hari. “Você é um ciborgue?”: um encontro com Donna Haraway. In: TADEU, Tomaz (org. e trad.). Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. p. 17-32.
SIMÕES, Ana Beatriz. Manifesto ciborgue: ciência, tecnologia e feminismo-socialista no final do século XX. Revista Docência e Cibercultura, v. 7, n. 1, p. 1-8, 2023. DOI: 10.12957/redoc.2023.70527.
O EXTERMINADOR do Futuro. Direção: James Cameron. Produção: Gale Anne Hurd. Los Angeles: Orion Pictures, 1984. 1 longa-metragem (107 min).
O EXTERMINADOR do Futuro 2: O Julgamento Final. Direção: James Cameron. Produção: James Cameron. Los Angeles: TriStar Pictures, 1991. 1 longa-metragem (137 min).
TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO:
Ciborgue tipo T-800 Sistema Cyberdyne Modelo 101:
— I’m a friend of Sarah Connor. I was told that she’s here, could I see her, please?
Policial / Atendente:
— No. Can’t see her. She’s making a statement.
Ciborgue tipo T-800 Sistema Cyberdyne Modelo 101:
— Where is she?
Policial / Atendente:
— Look, it may take a while. Why don’t you wait? There’s a bench over there.
Ciborgue tipo T-800 Sistema Cyberdyne Modelo 101:
— I’ll be back.
Rodrigo Fessel Sega:
A palavra “ciborgue” deriva de organismo cibernético e designa, em seu sentido mais imediato, uma entidade formada pela articulação entre elementos biológicos e tecnológicos. Mas a Haraway se aproveita dessa imagem para produzir uma provocação: E se não conseguirmos mais estabelecer claramente onde termina o humano e onde começa a máquina?
Ou seja, quando Donna Haraway fala em “ciborgue”, ela não está evidenciando uma pessoa ou uma sociedade, mas ela está propondo uma nova forma de pensar a nossa existência. Ciborgue é uma maneira de pensar sujeitos e mundos em que as fronteiras entre humanos, animais e máquinas, por exemplo, não são tratadas como fronteiras absolutas, estáveis, dadas de antemão, naturais e universais.
Quando eu falo a palavra “ciborgue”, qual é a primeira imagem que vem à sua cabeça? Um robô de ficção científica dos anos 80, uma pessoa que tem uma prótese, uma mulher dentro de um carro em movimento ou uma forma de interpretar o nosso mundo?
Está começando agora mais um episódio do VocabuLaSPA, o podcast do LaSPA, o Laboratório de Sociologia dos Processos de Associação. Neste episódio, eu, Rodrigo Fessel Sega, sociólogo e coordenador deste podcast, vou explicar o termo “ciborgue” a partir da perspectiva da filósofa, historiadora da ciência, bióloga de formação e teórica feminista estadunidense Donna Haraway.
E hoje também contamos com a participação do professor doutor Pedro Peixoto Ferreira, professor do Departamento de Sociologia da Unicamp e coordenador do LaSPA.
Eu sou graduado em Ciências Sociais pela Unesp, tenho mestrado em Sociologia pela UFSCar e doutorado em Sociologia pela Unicamp. Tenho também especialização em Educação Inclusiva pelo Instituto Federal do Sul de Minas. No mestrado, fui bolsista da FAPESP e pesquisador convidado da York University, em Toronto, no Canadá.
No doutorado, também fui bolsista da FAPESP e realizei estágio de doutorado sanduíche na Universidade de Toronto, também em Toronto, no Canadá, e fui um dos ganhadores do Prêmio ELAP, oferecido pelo Escritório de Educação do Governo do Canadá.
Atualmente, sou bolsista de pós-doutorado em Jornalismo Científico da FAPESP e uma das propostas do projeto foi justamente a criação deste podcast.
Minhas áreas de pesquisa são: Internet e mídias sociais, mediações técnicas, migração internacional, relações de gênero e sexualidade, jornalismo científico, educação popular e educação inclusiva.
A seguir, vamos ouvir minha definição de “ciborgue”.
Imagine essa cena: é final de tarde em Los Angeles, na Califórnia. O ano é 1995. O menino loiro, prestes a completar 10 anos de idade, está em uma moto sendo conduzido por um homem de jaqueta de couro preta, óculos escuros e cara quadrada. De mau mesmo.
A iluminação do pôr do sol deixa a pele branca deles em um tom amarelado. Eles estão na rodovia em uma moto que vai diminuindo a velocidade. O menino está sentado na frente do motorista mal encarado, sobre o tanque de uma Harley-Davidson. A rodovia, o tom branco-amarelado da pele do fim da tarde, a jaqueta de couro, os óculos escuros, a cara de mau.
Essa composição é a cena do filme de ficção científica de 1995 chamado O Exterminador do Futuro 2. O menino, John Connor, pede para o motorista, que foi baleado e acabou de salvar sua vida, parar a moto.
Ele afirma: “Por dentro você é uma máquina, mas é vivo por fora”. E o homem responde: “Sou um organismo cibernético, tecido vivo sobre um endoesqueleto de metal”.
Essa é uma frase que faz referência ao primeiro filme de O Exterminador do Futuro, lançado em 1984, 11 anos antes. Nesta versão, Sarah Connor, a futura mãe do menino, está dentro de um carro em movimento que foge à noite pelas ruas escuras e iluminadas por neon também de Los Angeles.
Um homem está dirigindo freneticamente o veículo em alta velocidade. Ele diz: “Tudo bem, escute. Os exterminadores são unidades de infiltração, parte homem, parte máquina. Por baixo, é um chassi de combate de hiperliga, controlado por microprocessador, totalmente blindado, muito resistente, mas por fora é tecido humano vivo. Carne, pele, cabelo, sangue, cultivados para aparência do ciborgue”.
E o homem continua: “Ciborgues não sentem dor. Eu sinto. Não dá para negociar com ele, não dá para argumentar com ele. Ele não sente piedade, nem remorso, nem medo, e ele, absolutamente, não vai parar nunca até que você esteja morta”.
Um ano depois desse filme ser lançado, em 1985, a filósofa, historiadora da ciência, bióloga de formação e teórica feminista estadunidense Donna Haraway escreve o texto “Manifesto Ciborgue: Ciência, Tecnologia e Feminismo Socialista no Final do Século XX”.
Ela apresenta uma visão do ciborgue intimamente contaminada por esse imaginário do filme e, ao mesmo tempo, insistentemente diferenciada da concepção desse ciborgue masculino e altamente militarizado.
Nas palavras de Donna Haraway: “Ciborgue é um organismo cibernético, um híbrido de máquina e organismo, uma criatura da realidade social e, também, uma criatura da ficção”.
Mas aí, você que está me ouvindo, pode se perguntar: Então, qual a diferença entre o ciborgue da Donna Haraway e o ciborgue tipo T-800 Sistema Cyberdyne Modelo 101 interpretado por Arnold Schwarzenegger?
Bom, ciborgue, para Donna Haraway, não é simplesmente um ser humano que possui partes mecânicas ou tecnológicas acopladas, ou um robô com partes humanas, como aparece nos dois filmes. Para ela, o ciborgue é uma forma de interpretar o nosso mundo, uma maneira de ver a realidade.
Deixa eu fazer uma pequena digressão aqui: A nossa forma atual de pensar o mundo, de entender como nossa sociedade funciona, vem muito da filosofia moderna que separa o mundo em dualismos: mente e corpo, razão e emoção, cultura e natureza, realidade e aparência, sujeito e objeto, civilizado e primitivo, humano e animal, homem e mulher, humano e máquina, entre muitos outros.
É essa forma de pensar o mundo que Haraway critica. A palavra “ciborgue” deriva de organismo cibernético e designa, em seu sentido mais imediato, uma entidade formada pela articulação entre elementos biológicos e tecnológicos. Mas a Haraway se aproveita dessa imagem para produzir uma provocação.
E se não conseguirmos mais estabelecer claramente onde termina o humano e onde começa a máquina? Ou seja, quando Donna Haraway fala em “ciborgue”, ela não está evidenciando uma pessoa ou uma sociedade. Ela não está apontando apenas para uma pessoa que tem uma prótese, por exemplo, e aqui ela se distancia dos ciborgues dos filmes de ficção científica.
Mas ela está propondo uma nova forma de pensar a nossa existência. Ciborgue é uma maneira de pensar sujeitos e mundos em que as fronteiras entre humanos, animais e máquinas, por exemplo, não são tratadas como fronteiras absolutas, estáveis, dadas de antemão, naturais e universais.
Ela também não está negando as diferenças entre essas categorias. Elas existem, mas essas diferenças, essas fronteiras são construções da nossa época e não são universais. E mais, ela está mostrando que essas separações são construções políticas, ou seja, são construídas intencionalmente por grupos sociais específicos que buscam manter ou consolidar a sua dominação sobre outros grupos sociais.
Pedro Peixoto Ferreira:
De fato, a palavra “ciborgue”, abreviação para “organismo cibernético”, foi cunhada em 1960 pelos cientistas Manfred Clynes e Nathan Kline, no artigo “Cyborgs and Space” (ou “Ciborgues e o Espaço”), publicado na edição de setembro de 1960 da revista Astronautics (ou Astronautica).
No seu artigo, Clynes e Kline argumentam que o uso de servomecanismos para a manutenção do metabolismo corporal humano fora da atmosfera terrestre poderia permitir a sobrevivência de astronautas no espaço.
Nota-se assim que o ciborgue de Clynes e Kline, assim como o exterminador do futuro sobre o qual nos falou o Rodrigo, estava ligado à corrida espacial entre Estados Unidos e a então União Soviética e a Guerra Fria, herança que o ciborgue de Donna Haraway não rejeita, mas também não aceita simplesmente como um destino, como o Rodrigo deixa claro.
Rodrigo Fessel Sega:
Homem e mulher, mente e corpo, emoção ou razão, público ou privado, para ela são construções ciborgues, ou seja, formas de observar o mundo construídas historicamente e atravessadas por relações de poder, dominação, ciência, tecnologia e sociedade.
Essas dicotomias deixam de ser vistas como descrições fixas do nosso mundo e passam a ser vistas, então, como operações históricas, sociais e políticas que organizam e interpretam o mundo.
É possível compreender essas operações por meio da crítica de três fronteiras fundamentais.
A primeira é a fronteira entre humano e animal. O pensamento ocidental frequentemente estabelecia uma separação muito forte entre humanidade e animalidade, atribuindo ao humano características consideradas exclusivas, como razão, linguagem ou então cultura. O humano é racional e o animal é irracional.
Entretanto, a biologia evolutiva, a etologia e as ciências que investigam o comportamento e a cognição animal contribuíram para enfraquecer as fronteiras dessa dicotomia.
Também somos bastante irracionais, assim como os animais também realizam cálculos racionais para poupar energia ou economizar alimento.
A fronteira entre humanos e animais passa, então, a ser pensada como um terreno onde essas características entram em disputas: disputas científicas, disputas políticas e disputas ideológicas.
A segunda é a fronteira a ser repensada entre organismo e máquina. Tradicionalmente, a máquina seria artificial e o organismo mais natural. Mas próteses, marca-passos, aparelhos auditivos, implantes e tecnologias reprodutivas tornam essa oposição muito menos evidente.
Isso para citar apenas alguns exemplos relacionados à área da medicina: as vitaminas e os agrotóxicos de um morango no nosso corpo, a relação íntima entre a minha mão e o mouse que uso para acessar o meu computador, o sistema do som de um bar que eu frequento e o meu ouvido, as luzes fracas de uma rua perigosa que dilatam minha pupila buscando uma eficiência visual, mas também por medo, são todas construções ciborguianas de pessoas e máquinas.
Complexos híbridos de carne, metal, sangue, plástico, pupilas e redes elétricas “jogam no lixo conceitos como ‘natural’ e ‘artificial’”, para usar uma frase da própria Donna Haraway.
A terceira é a fronteira entre físico e não físico, especialmente importante em uma sociedade organizada por computadores, microchips, redes, códigos, bancos de dados e tecnologias digitais.
Nossas relações sociais já não ocorrem exclusivamente entre corpos fisicamente presentes. A ubiquidade das máquinas, características de existirem em todos os lugares ao mesmo tempo e seus tamanhos cada vez menores, tornando-as invisíveis a olho nu, consolidam a concepção do ciborgue como ser fluido, etéreo e volátil.
O ciborgue aparece justamente nesse espaço de fronteiras móveis e combinações. Ele representa uma maneira de pensar identidades e relações que não podem ser reduzidas a categorias puras e evidentes.
Para mostrar como essa discussão acontece no nosso cotidiano, Haraway fala da problemática categoria “mulher”.
Durante décadas, com uma parte importante do movimento feminista, elencou pauta nos Estados Unidos e na Europa, que foram influenciadas por dicotomias naturais e universais entre homens e mulheres.
Na prática, acabou transformando a experiência particular de mulheres brancas, ocidentais e de classe média e classe média alta na experiência de todas as mulheres.
E isso é problemático, pois invisibiliza diferenças de classe, raça, racionalidade, sexualidade, geração, posição econômica em relação com diferentes formas de tecnologia e trabalho.
É nesse contexto que o ciborgue oferece uma alternativa política de organizar o mundo. Em vez de construir uma política baseada na ideia de que todas as mulheres são essencialmente semelhantes, Haraway permite imaginar uma política baseada em afinidades, onde sujeitos diferentes possam construir alianças em torno de problemas e objetivos em comum.
Então, não é necessário afirmar uma essência feminina compartilhada para produzir uma política feminista. Podemos ser diferentes, sim, e, ainda assim, construir alianças.
O sujeito ciborgue não precisa descobrir uma essência escondida para saber quem é. Ele pode reconhecer que sua identidade é histórica, é múltipla, contraditória, depende do contexto, é relacional e temporária, e, mesmo assim, pode participar de projetos políticos comuns.
É assim que pensamos o mundo a partir do ciborgue. Às vezes, não sentimos piedade, remorso e nem medo, como o tipo T-800 Sistema Cyberdyne Modelo 101.
E, às vezes, sentimos medo e coragem, raiva e dúvida, como a Sarah Connor em fuga dentro do carro em alta velocidade pelas ruas escuras e iluminadas por neon de Los Angeles, em 1984.
Espero que vocês tenham gostado dessa nossa discussão. Este episódio foi produzido e editado por mim, Rodrigo Fessel Sega. A trilha sonora é uma produção autoral de Arthur Prando do Prado. O áudio utilizado neste episódio está na descrição.
Você pode acompanhar o LASPA no Instagram @laspa.unicamp e no site laspa.slg.br.
Este podcast integra o projeto de jornalismo científico financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, e conta com o apoio do Departamento de Sociologia da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp.
Até o próximo VocabuLaSPA!
Ciborgue tipo T-800 Sistema Cyberdyne Modelo 101:
— Hasta la vista, baby.






O Laboratório de Sociologia dos Processos de Associação (LaSPA) é sediado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (